Últimas

Coluna Social_Regina Helena + Glauco Toth “By Life” – edição 43

Compartilhe

Casal Destaque: Monica Feitosa e Chico Malta, do paraíso Alter do Chão (Pará/BR)

 

Porta Retratos: Valter Luiz Cavina entre os filhos Vinícius e Flávia

 

Catharina Edna Jorge, sempre linda, volta a Marília (SP/BR) com toda garra e alegria.

 

Foto é Fato: Mariliense Guto Villani, deu show, na Sport TV irradiando com maestria, Palmeiras e Corinthians, jogo decisão Campeonato Paulista. Na foto, com a taça da decisão do Título que o Palmeira levou.

 

Hospital das Clínicas de Marília (SP/BR) inaugura novo Centro de Imagem, com o que há de melhor em exames de imagem, ressonância, tomografia, ultra-som, mamografia, RX simples e contrastado. Na foto, Dra. Paloma Libanio, Deputado Estadual Vinícius Camarinha

 

Costureiras voluntárias do COVIDAS que confeccionam máscaras, em especial para as doações feitas pelo Lions Clube Marília Terceiro Milênio.

 

Empresário Mauro Quintão foi destaque na coluna social Paulo Octavio por Thama (Tribuna). Não só em Vitória (Espírito Santo/BR) leva a tecnologia moderna e eficaz para tranquilidade de todos.

 

 

Fundo do Baú: os jornalistas Ligiani Ciola e Carlos Leonel no verão de 2012

 

Para Ler e Pensar

O carro de gerações

O Volkswagen Gol, carro mais vendido, mais produzido, mais tempo em produção e mais exportado da história do Brasil não podia deixar de ter histórias curiosas em seu currículo.

Em 31 de Junho de 1983, na cidade de São Paulo, o taxista José Casseta comprou um Gol 1600 S branco para ser seu instrumento de trabalho e após ser utilizado para essa finalidade, passados 37 anos permanece na família e se tornou xodó.

O carro atualmente está sob os cuidados de Daniel Casseta de 37 anos, morador de São José dos Campos e neto do senhor José. Quando Daniel nasceu, foi o Gol que o levou junto da mãe Roseli da maternidade para casa e tudo que seu avô fazia com o carro, de manutenção a uma lavagem, Daniel estava junto.

O Golzinho é da versão S,
mas tem peculiaridades específicas da época para os taxistas como bancos dianteiros mais curtos, carpetes que não forram o assoalho inteiro como nos Fusca, quebra sol e retrovisor só do lado do motorista, não há capa no freio de mão nem saídas de ar laterais e os cintos são todos de duas pontas.

O carro que trabalhou como táxi até 1994 hoje está com placas pretas de colecionador, 86 mil km no hodômetro e fôlego de juvenil. Daniel faz rotineiramente viagens de São Paulo a São José dos Campos para colocá-lo em movimento e resolver qualquer pendência mecânica.

José Casseta faleceu em junho do ano passado aos 93 anos e em memória do seu avô, Daniel nem cogita vender o Gol apesar de já ter tido ofertas tentadoras. Sua intenção é deixar o carro para o seu futuro filho.

Tudo indica que esse Gol, adquirido nos tempos áureos do táxi da cidade de São Paulo, profissão que atualmente se definha devido a concorrência desleal dos carros de aplicativo, ainda permanecerá vivo por várias gerações futuras da família Casseta.

Crédito das fotos
www.quatrorodas.abril.com.br

 

 


Compartilhe

Comente

Seu email não será publicado. Campos marcados são obrigatórios *

*