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A palavra é censura

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O Judiciário não pode se deixar usar pela indústria de indenizações presente no fascismo contemporâneo, que visa destruir a democracia ao premiar corruptos e malfeitores do serviço público e da iniciativa privada, com direitos que àqueles são inverossímeis, supostos direitos, diga-se, dos quais se valem para evocar danos que em tese seriam inerentes dos crimes contra a honra.

Oras, que honra tem o perdulário, o peculatário, o corrupto, o malversador das finanças públicas, o abusador de suas prerrogativas legais? Está em moda o assédio judicial, portanto,  juízes, promotores, destemidos e vorazes por justiça, atentai para falsidade dos que se valendo do direito, buscam açodar jornalistas, radialistas, apresentadores e comunicadores de forma geral.

Não caiam na areia movediça da litigância de má fé. Comprometem suas brilhantes carreiras, pois quando sentenciam contra a imprensa, condenam não pessoas, mas a democracia.


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