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ARTIGO: “JOÃO DÓRIA, NOVA PRAGA CONTRA A EDUCAÇÃO PÚBLICA”, POR PROFESSOR JUVENAL

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Por mais de vinte anos, os governos eleitos pelo PSDB impõe uma política salarial contra o Magistério e contra o funcionalismo público. Em vários planos de carreira todos com um só objetivo: Reduzir o Salário do Professor, infelizmente, aprenderam a técnica com o maldoso Paulo Maluf.
A maldade é muito grande, tendo em vista que tudo é feito para transferir recursos para a iniciativa privada. O Docente produz seu trabalho com salários reduzidos, anualmente. Não houve sequer um governador que pudesse defender o MAGISTÉRIO PAULISTA. Nas campanhas eleitorais quando abordam o Tema raramente está a nosso favor. Nas últimas eleições ele foi sincero e disse claramente: Não haverá reajuste para o professor e nem para o funcionalismo. Essa postura é a mesma dos últimos cinco anos. Nem sequer os índices inflacionários foram compensados.
O Govenador que já estamos chamando de praga. Fez nos últimos dias um anuncio bombástico que estava reajustando o salário do MAGISTÉRIO em 12, 84%. É mais uma grande mentira. Para o leigo parece que foi um benfeitor pagando acima da inflação. Tudo não passa de uma peça de propaganda política. Não possui quase nada de verdade.
O Presidente Lula, a pedido da CNTE, na qual a APEOESP é filiada, criou o Piso Nacional dos Professores e fixou uma data para reajustes anuais, com uma regra pré-estabelecida: “o PERCENTUAL DO REAJUSTE É IGUAL AOS INDICES DA INFLAÇÃO MAIS O PIB DO ANO ANTERIOR”. Dessa forma o salário do professor aumenta mais do que a inflação. Quando foi criado o piso paulista era quase duas vezes o nacional, agora, infelizmente, é 30% menor, se considerarmos, apenas os últimos cinco anos. Quanta maldade! Fazem o mesmo com todo o funcionalismo.
No momento está aprovando na ALESP, inclusive com apoio do Deputado Vinícius Camarinha uma reforma no sistema previdenciário paulista que prejudicará todos os funcionários públicos do nosso estado. Aqui comete um estelionato eleitoral, tendo em vista que na campanha eleitoral dizia que a previdência paulista não sofreria nenhuma reforma. Dizia que o SPPREV estava ótimo. Teve muita gente boa que acreditou. Agora a categoria, sem reajuste sofrerá uma majoração na sua alíquota de 11% para 14%, além disso pretende majorar o desconto para o IAMSPE de 2% para 3%.
Parece que a praga paulista faz competição com o BOLSONARO” para mostrar quem é mais favorável ao Neoliberalismo Financeiro?
Para esclarecer, o reajuste tão falado nos últimos dias, nada mais é do que um abono, com valores variados, para atingir o piso nacional que atingirá apenas professores iniciais e os não efetivos da categoria “O”. Mais de 200 mil membros do Magistério continuarão com zero de reajuste.
Você votou no PSDB ou em aliados. São todos traidores. O funcionário Público que tem vergonha na cara jamais votará nos traidores.


Professor Juvenal de Aguiar – Diretor Estadual da APEOESP e Vice Presidente do Partido dos Trabalhadores de Marília.


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