Coluna Social: Regina Helena + Glauco Toth “By Life”

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Porta Retratos: Nivaldo Romão e Neide Sampieri


Casal Destaque: Kássio Ricardo Ottaiano e Maria Dulce


Mary Profeta indo recepcionar Taninha ( Vitoria-Es), no Café do Feirante, do Supermercado Confiança Esmeralda


Só Sorrisos: em reunião descontraída, Rose, Selma, Darlene, entre amigas (Crédito foto: Marlene Della Torre)


Rafinha e o paizão Marcos Fidelis num “clic” de Marlene Della Torre (fotógrafa)


Na coluna de Paulo Octávio, do jornal A Tribuna, de Vitória/ES, o destacado presidente da Sociedade de Hotelaria Hospitalar do Espírito Santo, Mauro Quintão, em foto de Andy Models (Divulgação).


Para Ler e Pensar
“A chave para a oração eficaz está em alinhar a nossa vontade à vontade de Deus. Nada está fora do alcance da oração, exceto o que está fora da vontade de Deus. Deus só responde as solicitações que ele aspira.” (Devocionais Diários)


Ayrton Senna

No dia 1 de Maio, a nação brasileira completou 26 anos de ausência do seu maior ídolo da história do automobilismo chamado Ayrton Senna da Silva.

Engana -se quem pensa que Senna era um mito apenas nas pistas, muito pelo contrário, também ajudou no desenvolvimento de carros esportivos e trouxe a marca alemã Audi para o Brasil.

O Honda NSX foi lançado em 1990 e é conhecido aqui no Brasil, por alguns, como “o carro do Senna”. Isso porque o piloto brasileiro foi dono de um exemplar, que até hoje é guardado pela família. Além disso, como Senna era piloto da McLaren, que por sua vez utilizava motores Honda, deu palpites importantes, que ajudaram o superesportivo japonês a se transformar em uma referência na história de automóveis esportivos.

Em 1993, Senna assinou uma parceria histórica com a Audi, assim sendo o responsável por comercializar os carros da marca no Brasil. Inicialmente, o tricampeão mundial de Fórmula 1 e sua empresa “Senna Import” tinham o objetivo de vender 100 carros por mês, número que se elevou com o passar do tempo devida a boa aceitação do consumidor brasileiro. A parceria durou longos anos e a Audi virou uma das principais marcas automotivas do Brasil. Mesmo após o encerramento do contrato em 2005, o Instituto Ayrton Senna e a Audi sempre mantiveram uma boa relação e fizeram diversas ações para promover a marca.

Crédito fotos: Aquela Máquina (PT) e 4 Rodas

Depois da morte de Senna em maio de 1994, o Brasil nunca mais teve um campeão mundial de Fórmula 1, apesar de ficarmos perto de repetir o feito com Rubens Barrichello e Felipe Massa.

Ayrton Senna da Silva, a lenda, o mito, jamais será esquecido e sempre estará nos corações dos brasileiros.


 


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