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Coluna Social_Regina Helena + Glauco Toth “By Life”

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Casal Destaque: Jocelin Machado de Oliveira e Maria Catarina Vendrame relembram momentos inesquecíveis


Só Sorrisos: Os irmãos, Lorena e Lucas, meus “bisnetos” de coração.


Foto é Fato: Gaetano Brancati Luigi, idealizador do Marco e do Monumento da Paz, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz (cinco vezes) por seu trabalho em semear a cultura da paz em todos os continentes: Marco da Paz.


Um de nossos dias marcantes, conhecer o Carlão ( Rua Castro Alves, 715, em frente a Codemar-Marília/SP), e saborear delicioso pastel. Glauco Toth e eu voltaremos lá.


Porta Retratos: Os irmãos: Dexico e Lucia De Francico Dexico, uma “figura” ímpar, “sabe tudo” sobre cinema, uma enciclopédia. Na foto, ao lado da irmã Lúcia De Francisco


Preto e Branco: Leiteiro entregando leite em uma casa em São Paulo (anos 50). Foto/texto: Memória Paulista -Clicio Pereira II


Márcia Gonçalves, 2a. vice governadora eleita do Distrito LC-8, de Lions Internacional, enaltecendo e honrando a cidade de Tupã/SP. Valorosa associada de Lions Internacional, escolhida entre os membros da associação mundial que completa 103 anos de existência, por seu mérito e capacidade.


PARA LER E PENSAR


A crueldade de enterrar uma Ferrari

Crédito das fotos: site www.revista4rodas.com.br

Essa história curiosa ocorreu nos Estados Unidos, mais precisamente em Los Angeles na década de 70. Tudo começou em 1978 quando duas crianças brincavam no quintal de casa e encontraram uma peça metálica que surgiu na terra. Assustados, comunicaram o fato a um policial que fazia ronda pela rua. O oficial começou a cavar com as próprias mãos e viu se tratar de um veículo que após ser retirado de onde se encontrava por um maquinário especial, descobriu -se ser uma Ferrari Dino 246 GTS ano 1974, um dos modelos mais famosos já produzidos pela marca italiana. Esse carro lendário era equipado com um inédito motor V6 de 2,4 litros que gerava 195 cv de potência e foi batizado com esse nome para homenagear o filho de Enzo Ferrari ( fundador da marca) , Alfredo Ferrari que tinha o apelido de Dino.

Na época, todos se perguntavam o que levaria alguém a enterrar um carro tão caro e exclusivo. Após uma investigação policial, desvendaram que esse veículo havia sido roubado no ano de 1974. O modelo havia sido comprado novo pelo encanador Rosendo Cruz. Três meses após a compra, o proprietário e sua esposa foram ao restaurante Brown Derby em Los Angeles e estacionaram a Ferrari na rua, a poucos metros do estabelecimento e quando voltaram notaram que o carro não se encontrava mais lá e então registraram o furto na polícia e Rosendo recebeu US$ 22.500 da seguradora.

Como o carro foi encontrado 4 anos após o crime, enterrado, sem sinais de arrombamento e nenhum vidro quebrado, surgiu a suspeita de que Rosendo tenha forjado o furto com a intenção de dar um golpe na seguradora, porém, nada foi provado, o encanador foi inocentado e o caso seguiu sem um final conclusivo.

Pelo menos o paradeiro da Ferrari foi descoberto. A Dino foi leiloada pela seguradora e arrematada por US$ 8.000 pelo colecionador Brad Howard que a restaurou totalmente. Hoje o clássico italiano participa de encontros e carrega a placa ” Dug up” ” desenterrado” em inglês.



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