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Coluna Social_Regina Helena + Glauco Toth “By Life” – edição 26

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Casal Destaque: Cristiano Mazeto e Paula Nasraui abrilhantam a coluna


Comemorou ontem (9/6) mais um aniversário, o dr. Alexandre Zanin Guidorzi, recebendo os parabéns de amigos e familiares, em especial da esposa, dra. Cristiane e dos filhos Alexandre, Alice e Amanda. O Casal é destaque no Lions Clube Marília Terceiro Milênio, ela, presidente atual, ele, ex-presidente.


A ilustre comunicadora, Patrícia Marangão, Radio Centro Oeste (Garça) fecha com chave de ouro mais um ciclo de sua vida dinâmica. Desejamos que sua próxima jornada brilhe com vitórias.


Rose Reinaldo nos brinda, em seu facebook com: “Não há céu sem tempestades, nem caminhos sem acidentes. Só é digno do pódio quem usa as derrotas para alcançá-lo.”


Izabel Dias, competente profissional na área de comunicação num clic em “home office”. Certamente Belzinha não está alegre com isso.


Só Sorrisos: Anderson Abrão a “todo vapor” no seu dia a dia está sempre contente, “chova ou faça sol”


PARA LER E PENSAR


A crueldade de enterrar uma Ferrari

Crédito das fotos: site www.revista4rodas.com.br

Essa história curiosa ocorreu nos Estados Unidos, mais precisamente em Los Angeles na década de 70. Tudo começou em 1978 quando duas crianças brincavam no quintal de casa e encontraram uma peça metálica que surgiu na terra. Assustados, comunicaram o fato a um policial que fazia ronda pela rua. O oficial começou a cavar com as próprias mãos e viu se tratar de um veículo que após ser retirado de onde se encontrava por um maquinário especial, descobriu -se ser uma Ferrari Dino 246 GTS ano 1974, um dos modelos mais famosos já produzidos pela marca italiana. Esse carro lendário era equipado com um inédito motor V6 de 2,4 litros que gerava 195 cv de potência e foi batizado com esse nome para homenagear o filho de Enzo Ferrari ( fundador da marca) , Alfredo Ferrari que tinha o apelido de Dino.

Na época, todos se perguntavam o que levaria alguém a enterrar um carro tão caro e exclusivo. Após uma investigação policial, desvendaram que esse veículo havia sido roubado no ano de 1974. O modelo havia sido comprado novo pelo encanador Rosendo Cruz. Três meses após a compra, o proprietário e sua esposa foram ao restaurante Brown Derby em Los Angeles e estacionaram a Ferrari na rua, a poucos metros do estabelecimento e quando voltaram notaram que o carro não se encontrava mais lá e então registraram o furto na polícia e Rosendo recebeu US$ 22.500 da seguradora.

Como o carro foi encontrado 4 anos após o crime, enterrado, sem sinais de arrombamento e nenhum vidro quebrado, surgiu a suspeita de que Rosendo tenha forjado o furto com a intenção de dar um golpe na seguradora, porém, nada foi provado, o encanador foi inocentado e o caso seguiu sem um final conclusivo.

Pelo menos o paradeiro da Ferrari foi descoberto. A Dino foi leiloada pela seguradora e arrematada por US$ 8.000 pelo colecionador Brad Howard que a restaurou totalmente. Hoje o clássico italiano participa de encontros e carrega a placa ” Dug up” ” desenterrado” em inglês.



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