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Coluna Social_Regina Helena + Glauco Toth “By Life” – edição 29

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Casal Destaque: João Tiveron e Célia Regina. Grandes comemorações ao lado do filho Fábio.


O ano de 2020 deu início ao Rotaract Milano (racmilano) com ajuda do Rotaract Club Torino Dora Mole Antonellia. Em Turin a fundação. #racdora #RACDora (Instagram)


Porta Retratos preferido de Marilia Deleo Ferracine na foto com familia. (“Clic” de Marlene Della Torre)


Paulinha Padilha (Sorocaba/SP) apresenta suas “saborosas” CESTAS (Café da Manhã, Chá da Tarde, Chocolates, Queijos e Vinhos e muito mais)
Site: www.amoremcestas.com.br
Instagram: @amoremcestassorocaba


Página (Facebook) de Roberto Melges mostra foto do amanhecer em Marília que foi destaque no Bom Dia (SP) por Rodrigo Bocardi. Parabéns, show.


Só Sorrisos: Lúcia Helena Vanne desfilando elegância e beleza


Posse de novos associados do Lions Clube de Marília Terceiro Milênio, um dos clubes mais pujantes do Distrito LC-8, de Lions Internacional, tendo como presidente fundadora, esta colunista Regina Helena, em 2001, prestes a completar, portanto, 20 anos de existência. Os novos associados, todos dotados de capacidade ímpar e destacados membros da sociedade mariliense, assim foram empossados com seus padrinhos, em assembléia virtual presidida pelo governador Luiz Conessa.

Alecsandre Fabretti (3), Aparecido Nonato e Adonice Nonato (2)/Madrinha Cristiane Guidorzi (1)
Edison Tavares (7)/Padrinho Alexandre Guidorzi (1)
Regiane Mello (9)/Madrinha Luciana Pizzoni (8)
Wevilling Fontoura (5) e Celi Gonzales (4) /Padrinho Marco Aurélio Zaparolli (6)


Para nos tornarmos completos, devemos tentar, em um longo processo, descobrir nossa própria verdade pessoal, uma verdade que pode causar dor antes de nos dar uma nova esfera de liberdade. Se optarmos por nos contentar com a “sabedoria” intelectual, permaneceremos na esfera da ilusão e auto-engano.”
(Alice Miller)


A brasileira Gurgel há 40 anos inaugurava

uma fábrica de carros elétricos

Há 40 anos, mais precisamente em Janeiro de 1980, época em que carros elétricos não eram cogitados em nenhum lugar do planeta, o empresário João Augusto Conrado do Amaral Gurgel inaugurou uma fábrica de automóveis, a Gurgel Motores, em Rio Claro, no interior de São Paulo, cuja finalidade principal era fabricar veículos movidos a eletricidade 100% nacional.

No mesmo ano da inauguração da fábrica, após 5 anos de desenvolvimento, foi lançado o modelo E 150, seguido, em 1981 pelo Itaipu E 400 que foi apresentado na versão furgão e pick up de cabines simples e dupla. O alto peso, por causa das baterias e a baixa autonomia resultou em poucas vendas e consequentemente a Gurgel o tirou de produção na versão elétrica no ano de 1982. O carro foi rebatizado de G 800 e o motor elétrico deu lugar a um quatro cilindros a combustão da Volkswagen. A partir de então, a fábrica passou a produzir somente carros movidos a gasolina, já que os elétricos não vingaram e seu João Gurgel era contra a utilização de álcool combustível, alegando que sua produção oriunda da cana de açúcar gerava danos ao meio ambiente devido ao desmatamento para o seu plantio.

Com o foco na produção de veículos movidos apenas em gasolina, foram lançados diversos modelos, podendo ser destacado o jipe Carajás em 1984 que utilizava propulsor 1.8 do Vw Santana e o BR 800 em 1988 com motor de dois cilindros refrigerado a água de 800 centímetros cúbicos com valor de US$ 8.500 que era inferior a modelos mais baratos da concorrência porque o governo havia concedido ao carro uma alíquota inferior de IPI de 5%, ante 25% dos demais.

Mas as coisas se complicaram para a empresa quando o então Presidente da República Fernando Collor de Mello isentou de IPI todos os carros equipados com motores de até 1000 cilindradas, fazendo com que o BR 800 se equiparasse em preço com modelos concorrentes mais modernos e equipados como o Fiat Uno Mille, o Vw Gol 1000, o Escort Hobby e o Chevette Junior. Outro fator que prejudicou a Gurgel foi a abertura das importações, o que fez aumentar a concorrência.

Em 1993, a Gurgel pediu concordata e em 1994 teve a falência decretada. Foi o fim da última fábrica de veículos 100% nacional. João Augusto Conrado do Amaral Gurgel faleceu em 2009, vítima de Mal de Alzheimer, aos 83 anos.

fotos© www.gurgelclube.com.br
www.revista4rodas.com.br
www.motorshow.com.br

 


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