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Coluna Social_Regina Helena + Glauco Toth “By Life” – edição 32

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Casal Destaque: Julio Brandão e Cibele patrimônios da cidade de Marília (SP)


Em família, Hélio Bissoli e Patrícia, filha Camila, genro Eduardo, netos Bernardo e Davi, tendo como cenário os girassóis em Gália (SP)


Porta Retrato: Linda Talita ao lado dos pais Maria Catarina e Jocelin


Foto é Fato: Praça Henrique Fregadolli (Maringá/PR)
Facebook de Lu Monk


Zezé Corredato em momentos inesquecíveis brinda a vida.


Só Sorrisos: Mariana Villa (Chos Malau) e graciosa filha, num clic de Marlene Della Torre.


Para Ler e Pensar


 

Alfa Romeo e seus 110 anos

Em 24 de Junho de 1910, nascia em Milão, na Itália, a ” Anonima Lombarda Fabbrica Automobili ” , mais conhecida como Alfa. O sobrenome Romeo só surgiu em 1920 em homenagem a Nicola Romeo, que havia assumido a direção da marca 5 anos antes.

A Alfa Romeo concentrava a maior parte de seus investimentos em carros de competição e nada mais, nada menos do que Enzo Ferrari chegou a pilotar carros da marca antes mesmo de criar a sua própria fábrica de automóveis, a Ferrari.

Nos anos seguintes, a marca passou a produzir também modelos de luxo, se tornando um símbolo na Itália, assinando parceria com os estúdios de design Touring e Pininfarina.

Após a Segunda Guerra Mundial, a Alfa se dedicou a modelos menores como a Giulietta e Giulia que surgiram entre os anos 50 e 60, aumentando mais ainda o sucesso da marca.

Mesmo com o sucesso, por ser uma empresa estatal até meados dos anos 70, a Alfa Romeo começou a ter dificuldades financeiras. A única solução foi se unir a Fiat em 1986 e reestruturar a empresa. A união na época gerou uma polêmica enorme, pois o presidente da Alfa na época, Ettore Massacesi afirmou que jamais usaria motores Fiat e curiosamente foi isso mesmo que acabou acontecendo, a Alfa sempre teve motores próprios.

A compra da Chrysler pela Fiat, que originou o grupo FCA ( Fiat Chrysler Automobili) permitiu que a Alfa Romeo voltasse a atuar no mercado norte americano com o esportivo 4C e os novos Giulia e Stelvio.

Atualmente a Alfa Romeo retornou também a Fórmula 1 apesar de atuações um pouco discretas.

No Brasil, a marca italiana começou a fazer sucesso no início dos anos 60 com fábrica local e a sigla FNM. Mais tarde começou a utilizar seu símbolo próprio com o sedã 2300, produzido até 1986, quando se findou a produção nacional. A Alfa Romeo voltou ao Brasil no início dos anos 90 importando da Itália os modelos 164, 155, 145 e Spider que mais tarde foram substituídos pelos 166, 156 e 147. Porém, um grande erro da marca foi não ter venda e assistência técnica próprias no Brasil. Seus modelos eram vendidos e consertados nas concessionárias Fiat, tirando todo o glamour da marca, gerando falta de peças e prejudicando as suas vendas. Esses fatores negativos forçaram a Alfa Romeo a deixar o país no início dos anos 2000.

Sempre há especulações de retorno da marca ao Brasil, mas para a tristeza dos apaixonados pela marca italiana, até hoje esse sonho não se concretizou. Um dia, quem sabe, teremos novas Alfa Romeo para se unirem as já aqui existentes para embelezarem as ruas brasileiras com o seu nobre ” cuore sportivo”, coração esportivo em italiano, um lema da marca estampado em suas grades dianteiras.

Crédito das fotos: www.alfaromeo.it
www. 4rodas.com.br



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