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Coluna Social_Regina Helena + Glauco Toth “By Life” – edição 49

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Casal Destaque: Valter Luiz Cavina e Gislaine


Porta Retratos: Arezzo tem uma equipe de vendas competente e gentil (foto Marlene Della Torre)


É muito comum ouvirmos a pergunta: por que é que na mesa da presidência existe sempre um sino e um martelo?
Nos navios, o sino tem um simbolismo da ordem e da disciplina. No Rotary, o simbolismo do sino é o mesmo – o da autoridade do presidente. É através do toque do sino que o Presidente chama a atenção do plenário para algum fato ou pronunciamento importante.
Com o toque do sino inicia-se e termina uma reunião rotária, e durante uma reunião ele é tocado várias vezes, sempre como símbolo de respeito e atenção.
A origem do uso do sino nas reuniões rotárias data de 1922, quando nos Estados Unidos se realizou um grande concurso de frequência, ficando combinado que o clube perdedor daria ao vencedor um prêmio.
O Clube vencedor foi o de Nova York, que recebeu como prêmio o sino de um navio patrulheiro, colocado numa base de madeira proveniente do navio Vitória, capitania da esquadra do Almirante Nelson, na famosa batalha de Trafalgar.
Por sua vez, o martelo com que se toca o sino, significa a autoridade do presidente. Por isso, quando o Presidente passa o cargo ao seu sucessor e entrega a este o martelo, esta cerimônia tem o simbolismo de troca de autoridade presidencial também.


Nelson Machado ( ex-treinador da seleção brasileira de tênis de mesa), mentor de 48 atletas campeões estaduais e nacionais. Criou o método que exportou para diversos paises, levando o nome de Marília e do Brasil para o mundo, representando também, na Europa, EUA, China. Ex-companheiro leão, vai saborear a feijoada promovida pelo Leo, prestigiando o LCM Terceiro Milênio. Na foto, Marco Aurélio Zaparolli, presidente do LCMTM e o “the best” Nelson Machado


A brilhante e encantadora advogada Gracia Brambilla desfila na coluna de hoje


Márcia Cecília Le Fosse, feliz da vida, com o privilégio de ser bisavó de uma linda menina.


Cantina Mamma Mia em festa na comemoração de seus 30 anos. Momentos inesquecíveis vivemos nessa casa aconchegante com cardápio de dar água na boca. Na foto, o proprietário Carlos com os colunistas Regina Helena & Glauco Toth


Campanha realizada pelo Lions Clube de Marilia em parceria com o McDonald’s.


Para Ler e Pensar

A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:
“Não há mais o que ver”, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.
(José Saramago)


Lâmpadas automotivas

Os faróis são um item de segurança de extrema importância em um veículo, tanto é que existem desde a invenção do primeiro carro no fim do século XIX, mesmo que abastecidas por velas, querosene ou óleo de baleia, esse dispositivo serviu para vencer a escuridão.

Com o passar dos anos, os faróis foram evoluindo e hoje não existe apenas um tipo de lâmpada e sim diversos dispositivos projetores de luz para os carros, dos mais simples aos mais sofisticados.

Basicamente, as lâmpadas para os faróis de carros se dividem em halógenas, super branca, led, xênon e laser. Cada uma delas possui brilho e cores diferentes, custos variados, especificações para diversos modelos e podem ou não estarem de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro.

As lâmpadas de xênon usam o gás de xenônio para ampliar a intensidade de cor, abrangendo um espectro de 6000 k a 15000 k. Essa lâmpada já gerou muita polêmica anos atrás devido ao fato de que se estiver com sua intensidade ou facho desregulados, ofusca completamente o motorista que estiver trafegando do lado contrário da via. Foi então que surgiu a Resolução 384/2011 regulamentando o uso desse tipo lâmpada, estabelecendo que apenas veículos que já saiam de fábrica e que possuam lavadores de faróis poderão utilizá-la.

As lâmpadas de Led usam diodo emissor de luz para intensificar a iluminação do conjunto óptico mediante um reator dispensado nas mais modernas. É muito utilizada nas luzes diurnas ou DRL que apesar de não serem obrigatórias no Brasil equipam diversos modelos. Os preços variam muito, sendo equiparadas às de xênon em muitos casos. Geralmente, essas lâmpadas são oferecidas com 6000k e sua maior vantagem é o baixo consumo de energia.

A lâmpada super branca possui uma ótima eficiência, não precisando estar de acordo com as normas do Inmetro. No mercado chega -se a ver ofertas entre 4200k e 8500k e o seu preço é relativamente baixo.

A lâmpada halógena é a mais comum, sendo a mais antiga em produção e a mais em conta. Algumas delas chegam a 3500k sendo identificadas pela cor amarelada. Possui baixa capacidade de iluminação e por conta disso muitos motoristas a substituem pela super branca.

Por fim, a lâmpada laser é uma inovação absoluta em termos de iluminação. Os diodos de laser são particularmente impressionantes por conta do seu porte reduzido e capacidade de iluminação quatro vezes superior a de uma lâmpada de led. Atualmente é utilizada em veículos de luxo como os das fabricantes Audi e BMW.

Independente do tipo de lâmpada, o motorista de manter o conjunto óptico regulado, regularizado e em pleno funcionamento para a segurança própria e aos demais usuários das vias.

Crédito das fotos: www.autosnovos.com.br



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