“Decisão política disfarçada de jurídica”, diz Tenente Coimbra, sobre suspensão da votação na Emef Odila Maia Rocha Brito

Adriano Kirche Moneta
Assessoria de Imprensa
adriano@akmcomunicacao.com.br

O deputado estadual Tenente Coimbra (PSL) considera “um absurdo” o que ocorreu nesta quarta-feira, 18, em Campinas. A juíza Fernanda Silva Gonçalves, da 2ª Vara da Fazenda Pública do município, aceitou pedido de liminar da Promotoria de Infância e Juventude de Campinas e adiou a votação para escolher se a Escola Municipal de Ensino Fundamental Odila Maia Rocha Brito, no Jardim São Domingos, vai fazer parte ou não do programa federal de escola cívico-militar.

Tenente Coimbra fala durante audiência pública na Câmara de Campinas, na segunda passada Adriano Moneta / AKM Comunicação

Tenente Coimbra fala durante audiência pública

É uma decisão política disfarçada de jurídica”, critica Coimbra. “Algo descabido para um programa em que todas as etapas foram muito bem explicadas”, complementa. “Os opositores da escola cívico-militar tentam desqualificar de forma ideológica esse programa, que apresenta resultados de forma efetiva”, conclui o parlamentar.

Nesta quinta-feira, 19 de dezembro, vamos entrar em contato com a Prefeitura de Campinas e o setor jurídico de nosso gabinete fará todo o trâmite necessário para reverter essa situação e poder garantir que Campinas tenha a primeira escola cívico militar do nosso estado”, anuncia o Tenente Coimbra.

Cartaz de apoiadores da escola cívico-militar, em Campinas Adriano Moneta / AKM Comunicação

Cartaz de apoiadores da escola cívico-militar

A decisão judicial que impediu a votação nesta quarta não especifica uma nova data para a votação. A suspensão causou revolta entre os pais dos alunos, que defendem a implantação do modelo na unidade.

 

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