Últimas

Explosão no Porto do Libano deixa 10 mortos: mariliense serviu em missão de paz por 9 meses no local

Compartilhe

Há pouco,  a imprensa internacional registrou violenta explosão no Porto do Líbano, no Oriente Médio, com possibilidade de haver inúmeros mortos no local. Até o momento, 10 mortes foram registradas.

Em 2018, no mesmo Porto, o mariliense, tenente Luis Felipe Garla Gomes, integrou a tripulação da Fragata União, em missão internacional para a paz no Líbano, onde chegou em 2017 e permaneceu até meados de 2018.

O tenente Luis Felipe é filho do Coronel PM Sugar Ray Robson Gomes, que relatou á reportagem o acontecido e como o filho reagiu ao acidente de grandes proporções.

Ele está muito apreensivo por que ficou por 9 meses  servindo a Marinha brasileira nas Forças de Paz e também temeu pela vida dos marinheiros que ali estavam no momento da explosão, comentou o Coronel PM Sugar Ray, que manteve contato com o filho, que está no Rio de Janeiro.

A região é ponto de conflitos e o Luis Felipe foi convocado para prestar seu valioso serviço em missão de pacificação.

Luis Felipe foi o  primeiro mariliense em toda história a ser convocado pela Marinha brasileira para uma missão dessa envergadura.

Leia mais sobre o acidente nesta matéria.

O tenente Luis Felipe Garla Gomes em foto da época

A Fragata União que ficou 9 meses em missão de paz


Aviso de Imagens Fortes –

Forte explosão em Beirute deixa ao menos 10 mortos e provoca abalos pela cidade

BEIRUTE (Reuters) – Uma enorme explosão perto do centro de Beirute matou pelo menos 10 pessoas, nesta terça-feira, e causou ondas de choque pela capital libanesa, quebrando vidros nas casas das pessoas e causando o colapso de sacadas, segundo testemunhas e fontes da área de segurança.

 
Fumaça após grande explosão em Beirute 04/08/2020 Karim Sokhn/Instagram/Ksokhn + Thebikekitchenbeirut/via REUTERS

A explosão ocorreu na região portuária de Beirute, onde existem armazéns que abrigam explosivos, disse a agência de notícias estatal libanesa NNA e duas fontes da área de segurança. Uma terceira fonte de segurança disse que havia produtos químicos armazenados no local da explosão.

Imagens compartilhadas nas redes sociais por moradores mostravam uma coluna de fumaça sobre a região portuária no momento em que ocorre uma enorme explosão. Aqueles que estavam gravando o que parecia ser um grande incêndio foram lançados para trás pelo impacto da explosão.

Ao menos 10 corpos foram levados para hospitais, disseram uma fonte de segurança e outra da área médica à Reuters.

Não estava claro de imediato o que causou o incêndio que provocou a explosão ou que tipo de explosivos estavam nos armazéns. O governador do porto de Beirute disse à Sky News que uma equipe dos bombeiros no local havia “desaparecido” após a explosão.

“Vi uma bola de fogo e fumaça subindo sobre Beirute. Pessoas estavam gritando e correndo, sangrando. Sacadas foram arrancadas de edifícios. O vidro dos prédios se partiu e caiu nas ruas”, disse uma testemunha da Reuters.

 O ministro da Saúde do Líbano disse à Reuters disse que havia um “número muito alto” de feridos. A emissora de televisão Al Mayadeen disse que centenas de pessoas ficaram feridas.

Outra testemunha da Reuters disse que viu uma fumaça cinza pesada perto da área do porto e depois ouviu uma explosão e viu chamas de fogo e fumaça preta: “Todas as janelas do centro da cidade estão quebradas e há feridos andando por aí. É um caos total.”

O porta-voz da ONU Farhan Haq disse a repórteres que não ficou claro imediatamente qual era a causa da explosão e que não havia indicação de feridos entre os funcionários da ONU na cidade.

“Não temos informações sobre o que aconteceu com precisão, o que causou isso, seja um ato acidental ou causado pelo homem”, disse.

O Pentágono disse: “Estamos cientes da explosão e estamos preocupados com a potencial perda de vidas devido a uma explosão tão grande”.

No Chipre, uma ilha situada a oeste do Líbano, moradores relataram duas grandes explosões em rápida sucessão. Um morador da capital Nicósia disse que sua casa tremeu.

 (Reportagem de Samia Nakhoul, Yara Abi Nader e Laila Bassam; Reportagem adicional das redações de Dubai e Beirute)

((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))

 


Compartilhe

Comente

Seu email não será publicado. Campos marcados são obrigatórios *

*