FOTÓGRAFA MARILIENSE VALNEIDE FASSONI, A “VAL”, É UM EXEMPLO DE MULHER BATALHADORA, SHOW DE TALENTO E CRIATIVIDADE!

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Convido todos vocês para viajarem nessa linda história real contada com muito carinho sobre a queridíssima Val!

Valneide Fassoni, Mariliense de alma e coração, exemplo de Mulher batalhadora, guerreira e sonhadora. Sim, sonhadora! Uma pessoa que nunca desistiu dos seus sonhos e não mediu esforços para que um dia tornassem reais.
Uma pessoa queridíssima por todos que tem a oportunidade de lhe conhecer, mais popularmente conhecida como Val, por onde passa deixa alegria irradiar pelo ar, é exatamente assim que se define a Val “Alegria no ar”, uma pessoa feliz e de bem com a vida, em um resumo, diria que a Val é a alegria da família e dos amigos, um ser humano de muita luz.
Val é Mãe do Rodrigo e Mãe da princesinha Mel sua filhinha de 4 patas, a Val adotou a Mel e se refere a ela com muito afeto, é Vovó da Caroline e do Felipe e tem também a felicidade de ser Bisavó da Laura.

Val é Irmã mais velha de 10 irmãos, perdeu seu pai ainda muito nova, com apenas 14 anos.
Foi sempre foi muito extrovertida e apaixonada pela fotografia, mais a perda de seu pai, mexeu muito com ela, foi no ano da tão sonhada festa de 15 anos, no ano qual também que ela iria ganhar um belo presente, a almejada câmera fotográfica, a paixão da Val pela fotografia começou muito cedo, ela tinha de 12 para 13 anos, a câmera custava muito caro, mais seu pai havia prometido que iria presentear com uma máquina quando fizesse 15 anos, inclusive já sabiam onde iriam comprar a máquina, era na antiga Loja Mesbla de Marília.
Quer dizer, além da triste perda de seu pai, outro baque foi seus sonhos indo por água abaixo, sabendo que não iria mais ganhar o tão esperado presente.

O pai da Val faleceu em Junho de 1974, seu aniversário de 15 anos seria em Agosto de 1974, estava muito recente, Val tinha a ciência que não teria comemoração.
Mais não, engano dela, a família não poderia deixar passar em branco e então Val foi surpreendida ao chegar da escola, a casa encontrava-se toda escura, ali estavam seus familiares mais próximos em uma festinha surpresa. E mais surpresa ainda foi ver seu grande sonho se tornando real, sim, a Val ganhou a câmera fotográfica que tanto sonhava.
Na semana seguinte já foi se matricular para fazer aula de fotografia. Logo após iniciou o curso com Professor e fotógrafo Manoel Joaquim Pires, um fotografo muito conhecido e respeitado em Marília, no qual ensinou muito a Val, foi ali que tudo começou, Val tirava as fotos e na época as máquinas eram de filmes, custava caro cada revelação, então, após terminar o curso fez um ambiente apropriado na sua casa e assim ela mesma fazia as revelações.
Sua mãe foi proprietária do Bar e Churrascaria Bambu, muito conhecido na Avenida Sampaio Vidal na cidade de Marília. Nada mais chamava tanto atenção da Val, a não ser a fotografia.

Nesse meio tempo Val descobriu que gostava mesmo era de gente, fotografar pessoas, mais precisamente pessoas felizes, assim como ela (risos) em festas, por exemplo.
Fez também um curso no SENAC e a cada aprendizado Val pegava mais gosto pela arte das fotos, começou fotografar aniversários de crianças próximos de sua casa e assim conseguia pagar seus cursos, além também de sempre estar tirando fotos de familiares em datas comemorativas.

Val foi mãe do Rodrigo aos 19 anos, passado um tempo houve a separação entre ela e o pai do seu filho, sendo assim, começou trabalhar fora de casa, quando digo batalhadora, é porque realmente nunca mediu esforços, arregaçou as mangas e foi à luta, nesse meio tempo o pai de seu filho faleceu, consequentemente aumentou ainda mais as responsabilidades pelo fato de criar seu filho sozinha.
Val trabalhou em um escritório de contabilidade, também trabalhou de babá.

Em 1996 foi chamada para trabalhar na Santa Casa de Marília, na farmácia no setor de dispensação de medicamentos, em seguida teve oportunidade de entrar para o setor de quimioterapia, ela balançou dessa vez porque estava muito sensível, pois havia perdido sua mãe em 1994, mais como gostava muito de faturamento, encarou e foi trabalhar, foram sete anos trabalhando na Santa Casa, nesse período teve oportunidade de conhecer inúmeras pessoas, são pessoas que no qual ela se refere com um imenso prazer em ter conhecido, tem um enorme carinho por todos, pessoas bacanas, médicos (as) que sempre foram bons e gente boa com ela, Val tem muita admiração pelos médicos, aprendeu muito com cada um que por lá passou, tem uma enorme consideração por cada um que teve o privilégio em conhecer e guarda todos em seu coração.

Após ter trabalhado na Santa Casa, Val passou em um concurso e foi à vez de ir para no Hospital das Clínicas de Marília, mais conhecido como HC, nesse período ela conseguiu conciliar o trabalho no HC com a fotografia em um estúdio fotográfico na cidade, assim acabou se apaixonando ainda mais pela profissão.
Durante o tempo que esteve no HC, aguardava ansiosamente pela sua aposentadoria, pois seu maior desejo era de se aposentar e correr atrás de fotografar as crianças, grávidas e famílias.

Enfim, a Val tomou rumo na sua vida, fez o que precisava ser feito, trabalhou, criou seu filho, mais nunca deixou de lado a fotografia. Sempre fazendo cursos, inovando para não ficar desatualizada, continuou atuando, fazendo festas, foi comprando seus equipamentos, aos poucos montando seu espaço, foram anos tentando para deixar tudo do jeito que ela gostaria que ficasse.

O que mais pedia a Deus, é para que lhe ajudasse a concretizar seus objetivos em ter seu estúdio fotográfico do jeitinho que sonhava, assim iria trabalhar da sua maneira, fazer os seus horários, essa seria a realização de seu grande e antigo sonho.

Esbanjando alegria, A Val conta que hoje é uma Mulher realizada, montou o seu próprio estúdio como queria e do jeito que queria.
Ama fotografar, fotografa as pessoas sempre sorrindo, brincando, bem descontraída, assim cria um elo de amizade com seus clientes, ao ponto de acabar a sessão de fotos e seus clientes não quererem ir embora (risos) e com isso ela fica muito lisonjeada.
Uma curiosidade é que além de amar fotografar, ela tem um grande prazer também em ser fotografada.
Sua conexão com a fotografia é muito forte, Val diz que é com se estivesse desenhando com a luz, a cada projeto, já tem tudo em mente o que vai fazer, com os resultados Val diz que sente seus olhos brilharem de tanta alegria.

Hoje sua maior felicidade é fotografar gestante, ela adora e tem o imenso prazer em fazer esse tipo de acompanhamento.
O acompanhamento em que a Val se refere é muito bacana, inicia fotografando a gestante desde o inicio da gestação e segue até os 12 meses do bebê, ela costuma chamar os bebês de seus netinhos (as) (risos).
Seu cliente mais velho tem 18 anos, então a Val comemora 18 anos como fotógrafa profissional.

Mesmo com a pandemia, não ficou triste, afinal, ali a tristeza passa longe, uma pessoa completamente otimista, a Val preferiu entender que a pandemia seria como um tempo de descanso pra ela.
De forma mais restrita, continuou trabalhando, sempre com todos os cuidados necessários, ela diz que não foi nenhum sacrifício ou novidade, já que essa era a maneira de trabalhar com seus clientes, sempre tomou todos os cuidados necessários com higienização e já tinha o hábito do uso de máscaras ao lidar com os bebês.
Durante a pandemia, obviamente não fotografou festas, mas, de forma natural acabou ganhando mais clientes, devido todo esse cuidado e amor pelo que faz.

A paixão pelas fotos vai muito além do que todos nós possamos imaginar, até mesmo suas séries prediletas, o que mais curte assistir são as series Turcas e Latinas, adora assistir para aprender com as fotos, luzes, cenários e etc.

Há um tempo, fez um ótimo curso de fotografia em Fortaleza e como jamais deixa de fazer planos, seu próximo objetivo a ser conquistado é ir até Milão fazer cursos incríveis, Val acredita que tem muito chão pela frente e jamais desistirá dos seus sonhos.

Inclusive, tem um sonho coletivo também a ser concretizado, digo que seria um sonho de solidariedade. Próximo a sua casa existe uma área que foi abandonada e se tornou um verdadeiro lixo, aquilo desagradava muito a Val, foi atrás, lutou até conseguir fazer com que pessoas colaborassem, ajudassem com a limpeza e benfeitorias no local, conseguiu fazer com que os próprios moradores enxergassem o lado bom de ajudar. Faz um ano e meio que o lixão está prestes a se tornar uma praça, um ambiente familiar, Val já conseguiu várias coisas para agregar no local e essa luta não acaba enquanto não estiver do jeito que ela tanta sonha.

A Val diz ser Grata a Deus por tudo, sente a presença constante de Deus em sua vida.
É muito ativa e prestativa, de bem com a vida, gosta de ajudar o próximo, aprendeu que viemos ao mundo para fazer a outra pessoa feliz, gosta e sente orgulho em poder cultivar as amizades, é do tipo, quando gosta, gosta, e ponto, independentemente de estar sempre junto ou não, o que importa é o carinho e o respeito. É daquelas pessoas que adora interagir com as crianças, adolescentes e idosos, não importa a idade, o que importa é aprender e ensinar uns com os outros.
Participa de um social na parte do sênior da Igreja onde costuma frequentar, são encontros uma vez no mês, mas, que devido à pandemia acabou não acontecendo como normalmente.

Val, é uma alegria imensa ter compartilhado com você e com inúmeras pessoas um pouquinho sobre a sua linda história de Vida.
Você sabe o tamanho do meu carinho e admiração por você, sabe que mora no meu Coração, te acho uma pessoa querida, alta astral, me sinto realmente muito feliz e privilegiada em escrever sobre você Val. “Parabéns” Um enorme Beijo e que Deus te abençoe e ilumine sempre!

By Daniele Sanção***

Foto: Valneide Vassoni – Facebook


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