Jeito tem de pagar os aposentados e pensionistas, atesta cientista político Marcelo Fernandes

Para cientista político Marcelo Fernandes, pagamento

dos aposentados e pensionistas poderia ser feito

com recursos bancários, sem que se precise

expô-los ao atraso nos salários

O cientista político Marcelo Fernandes é uma das intelectualidades mais brilhantes do universo de pensadores quiçá do Brasil. Não bastasse ser um estudioso da sociedade dada a formação que tem pela Unesp até atingir o grau máximo na vida acadêmica,  depois de muito batalhar na vida para alcançar tal nível, tem sido um expoente crítico, de forma construtiva, na avaliação dos gestores municipais.

Uma das coisas, por exemplo, que não se conforma, é com o constante atraso no pagamento dos aposentados e pensionistas da prefeitura de Marilia. Para o intelectual, pensador e cientista político, não há por quê de se tratar essas pessoas que trabalharam por toda uma vida dessa forma,  fazendo-os padecer por conta da falta de pagamento de seus proventos, ante uma medida simples, que poderia estar sendo adotada pela atual administração.

Marcelo Fernandes sugere que a prefeitura  aloque esses recursos necessários junto ao banco  do qual tem crédito, numa espécie de antecipação de receitas ou empréstimo a curtíssimo prazo, até sem cobrança de juros, como as entidades financeiras fazem com as pessoas físicas, que tem uma carência dentro do limite do cheque especial para acertarem suas contas.

No caso especifico de uma prefeitura, o termo corrente é a antecipação de receita, prevista em lei, totalmente factível e já assegurada como política de fomento às finanças  dentro do ordenamento jurídico.

Para o cientista político Marcelo Fernandes, existem soluções que podem ser adotadas para minimizar o sofrimento da sociedade, no caso, dos aposentados e pensionistas da prefeitura, que estão amargando dias sem receber, com atrasos constantes em seus vencimentos, expondo muitos à situação de penúria.

Nesses momentos de crise econômica, a prefeitura recorrer aos bancos e aí seguramente o gestor fazendário deve conhecer os mecanismos legais para isso, é demonstração inequívoca de boa vontade em assegurar justiça social para essa classe de servidores que deram suas preciosas vidas em pról da construção e desenvolvimento da cidade.

No link a seguir, como complemento à sugestão do cientista político Marcelo Fernandes, trazemos elucidativo artigo de ordem tributária que complementa seu ilustre pensar.

http://investidura.com.br/ufsc/109-direito-tributario/1045-operacoes-de-credito-por-antecipacao-de-receitas

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