Osvaldo Vilela, ex-secretário da fazenda, inocenta Camarinha e Bulgareli de rombo no Ipremm

Em depoimento, Osvaldo Vilela disse que não existia dívidas da prefeitura com o Ipremm até 2008 , que coincide com as gestões dos ex-prefeitos Abelardo Camarinha (97/00 e 01/04) e Mário Bulgareli (05/08) . Já  Adelson Lélis a seu tempo de secretário no mandato tampão diante da renúncia de Bulgareli, declarou que decisões sobre pagamentos eram tomadas pelo ex-prefeito Toffoli. (matéria em separado).

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) formada, na Câmara de Marília, para investigar o rombo financeiro no Instituto de Previdência do Município de Marília (Ipremm), iniciou nova fase das oitivas, na tarde da última  quarta-feira, 29.

Foram ouvidos os ex-secretários municipais de Fazenda, Osvaldo Vilela Filho, de 1997 a 2008, e Adelson Lélis da Silva, que exerceu o cargo entre 2011 e 2012. (matéria em separado no site).

Aos membros da CPI, Vilela afirmou que até junho de 2008, quando deixou a pasta, a Prefeitura não possuía nenhuma pendência com o instituto de previdência municipal.

“No período em que fui secretário da Fazenda, nossa prioridade sempre foi de pagar os servidores em dia. Tanto os da ativa quanto os aposentados e nunca houve déficit de caixa para o pagamento destes servidores. O servidor não pode ficar sem receber”, afirmou.

O ex-secretário disse ainda que, no ano de 2006, foi extinta a taxa de limpeza e conservação pública, mas que, mesmo assim, os pagamentos e repasses foram feitos.

“Nosso impacto negativo foi de R$ 12 milhões, anual, e atrasamos, apenas alguns dias o pagamento do 13º salário. Mas, antes mesmo do natal, quitamos tudo”, explicou Vilela.

 

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