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#Provoca: “Arma tem uma finalidade só, e não é defesa”, avalia Ilona Szabó

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Nathalie Bohm/TV Cultura
Nathalie Bohm/TV Cultura
Ilona Szabó foi uma das convidadas do #Provoca desta terça-feira (13). A cientista política que participou, entre 2003 e 2005, de campanha que coletava armas após a implementação do Estatuto do Desarmamento, falou sobre os riscos que o objeto pode acarretar para a sociedade.

“Se você me pergunta: ‘Você é contra?’, eu não. Eu, pessoalmente, decidi não ter, mas eu não sou contra quem queira ter. Eu só quero que essa pessoa seja responsável e, dentro da sua liberdade, não coloque a mim em risco”, disse Ilona.

Para a cientista política, é importante saber diferenciar a posse de armas de fogo da possibilidade de porte. “As pesquisas que estão disponíveis dentro e fora do Brasil [dizem que] quanto mais armas circulando, mais mortes por armas de fogo a gente terá. Quando a lei de 2003 veio, a principal medida foi o porte, quer dizer, andar na rua armado não pode mais para civil no Brasil. A posse continua permitida, desde que você cumpra tais requisitos. O que está sendo feito agora é o desmonte de todo e qualquer controle”, comentou sobre o cenário atual da legislação no Brasil. “Hoje, você pode comprar calibres mais altos do que as polícias, você pode comprar quantidades muito maiores de munição”, exemplificou.

Ilona Szabó ainda ressaltou que a necessidade de analisar a finalidade de uma arma de fogo: “Arma não é brincadeira, arma tem uma finalidade só. Não é defesa, ela não é boa para defesa. Arma é instrumento de ataque”.

Confira o trecho:

Assista à íntegra da edição do #Provoca, que também contou com participação do empresário e ativista Celso Athayde:

Apresentado por Marcelo Tas, o #Provoca vai ao ar às terças, às 22h15, na TV Culturasite e redes sociais da emissora, além do canal oficial do programa no YouTube.


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