CAMARINHA: TCE SUSPENDE LICITAÇÃO MILIONÁRIA DA PREFEITURA DE MARILIA

CAMARINHA

DA ASSESSORIA DE ABELARDO CAMARINHA

Concorrência de Daniel é suspensa por suspeita de estar acima do preço de mercado; medida partiu do TCE que aponta superfaturamento na licitação de R$ 36 milhões para iluminação

O TCE/SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) suspendeu uma concorrência de R$ 36 milhões para troca de iluminação da cidade feita pela Prefeitura Municipal de Marília, prevista para ser aberta na última quinta-feira, dia 13. Conselheira Cristina de Castro Moraes do TCE suspendeu por escrito o certame com os seguintes dizeres: “Com esse tipo de material, a projeção de gastos é de R$ 12,9 milhões, no interesse da lisura da concorrência, determino a suspensão do procedimento licitatório pleiteado pela Prefeitura de Marília”.

Mais uma vez

Além da licitação da carne, do esgoto, dos uniformes, mais uma milionária licitação está suspeita de direcionamento e superfaturamento.

Entenda o caso:

A PPM fez uma empréstimo a longo prazo, de R$ 15 milhões junto à Caixa Econômica Federal e vai entrar com R$ 24 milhões em recursos próprios para trocar a iluminação da cidade. Uma licitação dirigida e superfaturada.
Os concorrentes entraram com recursos no TCE e a conselheira Cristiana suspendeu o certame dizendo que esses custos (para troca da iluminação) giram em torno de R$ 13 milhões. Mais uma atrapalhada e irregularidade feita pela administração Daniel/Tato, abusando do dinheiro da população mariliense.

Não tem dinheiro para pagar hora extra

A PPM gasta mais de R$ 50 milhões para concluir parte do esgoto, R$ 36 milhões em iluminação, milhões em carne, R$ 4,3 milhões para o programa projeto ‘Música Cantada’ e alega: ‘não ter dinheiro para pagar os modestos servidores públicos municipais’.
Trinta mil marilienses serão protestados
A administração Daniel/Tato disparou esse mês aproximadamente 30 mil execuções aos munícipes que estão em débito no Daem, Codemar, Prefeitura e Emdurb. Os nomes estão sendo levados para SPC, Serasa e Cadin.

Revolta

Essa medida impopular e fora do bom senso vem trazendo grande revolta nos munícipes atingidos, pois seus nomes ficarão negativados (sujos) e essas pessoas não poderão comprar a prazo e nem a crediário, além de terem que arcar com gastos desnecessários para, posteriormente, limpar o nome.
“Muitos desses atrasados são pessoas pobres, humildes, desempregadas, pensionistas que nunca passaram por isso, já que todo prefeito de Marília concedia parcelamento e anistia”, concluiu o ex-deputado Abelardo Camarinha.

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